Os vilões da Juventude

Em muitas pesquisas que realizo sobre alimentação, procuro sempre me basear em estudos que são realizados por fontes seguras e fidedignas.

Existem pesquisas excelentes realizadas por Universidades em todo o Mundo e que fornecem registro real a partir de testes realizados em pessoas que se submeteram à exposição de algo proposto pelo estudo.

Vou compartilhar com vocês algumas pesquisas que tive acesso e que falam sobre os vilões da juventude. Isso mesmo!

Fique atento a estes dados que coletei e que trazem informações preciosas a respeito da alimentação que causa envelhecimento celular e consequentemente, rouba alguns anos da sua Vida:

 

1) GLÚTEN

 

O Glúten é uma proteína encontrada em muitos cereais, como trigo, cevada, aveia, malte, triticale e centeio, e em seus derivados, como farinhas e farelos. Representa 80% das proteínas do trigo e é responsável pela elasticidade da massa da farinha, o que permite sua fermentação, assim como pela consistência elástica esponjosa dos pães e bolos.

Mesmo sem saber, muitas pessoas têm hipersensibilidade ao glúten e desenvolvem a doença celíaca, cujos principais
sintomas são vômitos, diarréias, distensão abdominal e dificuldade na absorção dos nutrientes pelo organismo. A doença celíaca não tem cura, mas pode ser controlada com acompanhamento nutricional.

O glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar normalmente. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele, chamada dermatite herpetiforme. Além disso, quando ingerido em excesso, o glúten causa diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão.

Em sua dieta, dê preferência ao arroz de todas as variedades, milho, quinoa, soja, sementes de amaranto e de girassol, que não possuem glúten.

2) SAL E SÓDIO

Apesar de os termos serem usados como sinônimos, sal e sódio não são a mesma coisa. O sódio (Na) é um mineral que se liga ao Cloro (Cl) para formar cloreto de sódio (NaCl), este sim o nosso sal de cozinha. O Sódio tem a função de equilibrar a parte hídrica do organismo. Já o cloro, o outro mineral que compõe o sal, é fundamental para o processo digestivo. No estômago, ele faz parte do suco gástrico, que ajuda a digerir os alimentos.

Juntos, sal, sódio e cloreto (cloreto de sódio) estão presentes em todos os tecidos e fluidos do organismo humano, no suor e nas lágrimas. Um homem adulto tem cerca de 250 gramas de sal em seu corpo.

O sódio, e não o sal em si, é responsável pelos danos no organismo. É o sódio que está diretamente relacionado com a hipertensão arterial e outros problemas, como derrame cerebral, catarata, problemas renais e até mesmo casos de câncer gástrico (estômago).

Estudos mostram que pessoas hipertensas poderiam até parar de tomar remédios se diminuissem o sal. Isto porque o sódio presente no sal influencia o sistema circulatório e afeta a habilidade dos rins de eliminarem resíduos e líquidos.

Quando o nível de sódio no organismo é baixo, os rins aproveitam as substâncias químicas da urina, devolvendo-as para a circulação. Alguns indivíduos, entretanto, possuem uma tendência genética a reter mais sódio que o necessário.

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Desta forma, o organismo também precisa de mais líquido para equilibrar a concentração de sódio no sangue.

Havendo uma concentração maior de sódio, há diminuição na excreção de urina. Assim, o coração é forçado a bombear com mais força para manter um volume maior de líquido em circulação, aumentando, assim, a pressão arterial. Pessoas nessas condição devem tomar mais líquidos para compensar.

 

→ Combinações Perigosas:

Embora o sódio seja o mineral mais diretamente relacionado com a hipertensão, sabe-se hoje que outros minerais podem também interferir nos níveis de pressão. O que determina os níveis de pressão não seria a quantidade de sódio isoladamente, mas a relação sódio-potássio. O ideal é que fosse de 1 para 1,5 ; em geral, esta relação é de 0,3 para 1. Alimentos ricos em potássio são brócolis, banana, batata, entre outros.

Já que o sódio é o maior conservante dos alimentos, verifique todas as embalagens, principalmente de congelados e enlatados. Você vai observar verdadeiros disparates nas dosagens, como azeitonas com 4.800 mg de sódio e outras com zero; sardinhas em lata com 2.800 mg e outras com 240 mg. Compare até mesmo adoçantes em pó e água mineral, porque umas são mais `leves ´que outras.

Entre os alimentos recordistas em sódio são as sopas prontas, seguidos de condimentos como mostardas, ketchup, molhos prontos de salada e de churrasco.

A seguir, outros alimentos industrializados que devem passar longe da sua mesa:

– Batata frita (cerca de 30g) = 135 mg de sódio
– Bacon (03 fatias grelhadas) = 300 mg de sódio
– Picles (cerca de 30g) = 475 mg
– Biscoito salgado (cerca de 30g) = 475 mg
– Salame (cerca de 50g) = 575 mg
– Presunto magro (cerca de 50g) = 700 mg
– Azeitona verde (cerca de 30g) = 925 mg

>  Dicas para reduzir a ingestão de sal:

O consumo diário recomendado para uma pessoa saudável não deve ultrapassar 2.400 mg. Do sal contido numa alimentação normal, apenas 1/6 é sal de mesa. Portanto, preparar as refeições em casa e evitar alimentos industrializados é a maneira mais saudável de diminuir o sódio. Abuse de ervas e condimentos (como o curry, páprica, garam masala), sal rosa do Himalaia e suco de limão. Eles dão um novo sabor aos alimentos (em meu Programa Alimentar ensino como usar).

 

3) LEITE DE VACA

 

De difícil digestão, especialmente para adultos, sua proteína é considerada o alérgeno mais comum em adultos e mesmo em crianças e bebês que começaram a consumir leite de vaca muito cedo. As pessoas que têm intolerância à lactose do leite pagam caro pelo seu consumo: cólicas, enxaquecas, diarréia, acne, ansiedade, fadiga, formigamento das mãos, anginas, rinofaringites, otites, asma, eczema.

Lembre-se de que somos os únicos seres vivos que tomamos leite depois de adultos. A única maneira de aproveitarmos os benefícios do leite de vaca é na forma de iogurte, uma vez que os lactobacilos modificam sua estrutura.

O Dr. Paul Nogier, consultor francês da Organização Mundial da Saúde, observou que pessoas com espasmofilia eram grandes consumidoras de leite, e que bastava a diminuição do produto na alimentação para que melhorassem sensivelmente.

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Segundo este especialista, esta melhora provavelmente acontecia porque os lacticínios contêm muito cálcio, e quanto mais se consome este mineral, menos se absorve magnésio.

Quando se retirou o leite da alimentação, além de uma diminuição dos sintomas da espasmofilia (ansiedade, fadiga, formigamento das mãos), houve melhora no quadro de enxaquecas, alergias, intolerância ao sol, prisão de ventre, diarréias e, principalmente, dores nos seios.

Foi então que Nogier começou a associar o leite e seus derivados às alterações das glândulas mamárias. Durante cinco anos, o especialista ficou obcecado pela descoberta. Em conferências realizadas em todo o mundo, ele apresentou suas conclusões, enumerando os problemas causados pela intolerância ao leite.

Nogier também constatou que o crescimento da taxa de câncer de mama correspondia ao aumento do consumo de lacticínios. No Japão, graças à influencia americana, hoje o consumo de leite é de cerca de 70 quilos por ano.

Resultado: os casos de câncer de mama entre as japonesas aumentaram 30%, de 1973 a 1987. Os Eua e a Europa, cujas populações devoram lacticínios, aparecem como as regiões onde há mais mulheres com este tipo de câncer. A Suíça, que tem uma forte indústria leiteira, apresenta as maiores taxas.

Por outro lado, a África do Sul, onde se consome apenas 2% da dose diária recomendada de leite, é o país que tem menos vítimas de câncer de mama, espasmofilia e enxaquecas.

De acordo com Nogier, o ideal é que, a partir dos 16 anos, a mulher consuma no máximo, duas porções de queijo, iogurte ou leite ao dia.

Crianças do sexo feminino, sobretudo se tiverem sido pouco ou não amamentadas com leite materno, costumam apresentar diarréias crônicas, otites repetidas, eczema, nervosismo e frequentes inflamações nas amígdalas. Este é o quadro da intolerância leite, que deve ser confirmado através do exame TTL (Teste de Tolerância à Lactose).

Na puberdade, a hipersensibilidade a lacticínios se manifesta pela repugnância ao leite, espasmofilia, enxaquecas constantes, asma, eczema e dores nos seios antes da menstruação ou na segunda etapa do ciclo. Tais sintomas, aliados a antecedentes familiares de câncer de mama, aumentam a probabilidade de a mulher vir a ter a doença.

Outro inconveniente do leite em excesso é por ele ser um importante fator de risco para câncer de próstata devido aos elevados teores de hormônio IGF- 1 (fator de crescimento semelhante à insulina). É encontrado em significante percentual no leite, pois a vaca recebe este hormônio para aumentar a produção.

Procure sempre usar substitutos do leite de vaca como por exemplo : leite de amêndoas, de arroz ou de castanha.

 

4) CARNES VERMELHAS

A carne vermelha produz câncer. Quem provou isto foi o famoso cancerologista italiano da Organização Mundial de Saúde, Professor Carlo Sirtori, da Divisão de Patologia do Instituto de Milão. Ele anunciou, em 1966, que as proteínas da carne grelhada se decompõem e suas substâncias graxas se transformam em hidrocarburetos que provocam câncer. De um quilo de carne assada na grelha, segundo ele, obtêm-se seis gramas de benzopireno, quantidade que corresponde ao consumo de 600 cigarros.

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Mais recentemente, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte descobriram que jovens que comiam cachorro-quente pelo menos uma vez por semana apresentavam um risco duas vezes maior de desenvolver tumor cerebral do que os jovens que não comiam. Pior: jovens que comiam outros tipos de carnes curadas, como presunto, bacon e salsicha, viam seu risco de desenvolver câncer cerebral aumentar assustadores 80%.

 

5) BATATA INGLESA

 

A alimentação fundamentada na batata retira energia. Quando se ingere muita batata, o cérebro tem de se esforçar continuamente para vencer os processos fermentativos ; assim, partes do mesencéfalo tornam-se enfraquecidas, não se podendo formar pensamentos criativos, segundo Rudolf Steiner.

Por tratar-se de um tubérculo, a ingestão de batatas inunda nosso cérebro com suas forças, não deixando nossa cabeça livre.

A batata provoca processos exatamente opostos ao da cenoura e da beterraba, que são aliados da atividade cerebral.
Além disso, a batata produz fraqueza muscular, podendo até mesmo atingir os órgãos reprodutores. As crianças tornam-se sonolentas, dispersas e com fraca memória.

Não se aconselha o uso de batatas fritas com casca, ou suco de batatas, que, às vezes é oferecido em certos regimes. Seu valor na alimentação é apenas `quantitativo ´. Contém exclusivamente hidrato de carbono, e sua taxa de proteínas e gorduras é praticamente nula.

Prefira a Batata Doce como substituta. Leia mais sobre esta batata neste artigo:  A Doce Vida da Batata que Só Faz Bem

 

6) GORDURA TRANS

Alguns alimentos muito consumidos como cream crackers, margarina, granola e pipoca de micro-ondas, contêm gordura `trans ´, resultante do processo de hidrogenação que transforma óleos vegetais líquidos (conhecidos como insaturados, ou gorduras boas) em cremosos.

Toda gordura que absorve oxigênio na sua preparação é uma gordura `trans ´, que leva mais radicais livres para nosso organismo. Pesquisadores da Universidade de Harvard acreditam que essas gorduras provocam mais problemas para a saúde feminina que a saturada.

Outros especialistas e organizações, como a American Dietetic Association, argumentam que, embora grandes quantidades de gorduras `trans ´sejam nocivas, a maioria ingere menos de 10 gramas diariamente, o que não chega a ser suficiente para nos pôr em risco.

Seja como for, cerca de 15 mil mulheres morrem prematuramente todo ano por doenças cardíacas resultantes de uma enorme ingestão de gordura `trans ´. Os pesquisadores vêm associando este tipo de gordura a doenças como diabetes, colesterol elevado, câncer de mama e obesidade.

Mais recentemente, um novo estudo confirmou estas afirmativas ao descobrir que mulheres com câncer de mama têm uma ingestão consideravelmente maior dessa gordura do que as que não sofrem da doença.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estes estudos revelam o que há muito se sabe sobre a indústria da alimentação que não nutre: a cada ano que passa, cresce a oferta destes alimentos que causam problemas ao organismo e tiram a vitalidade do corpo. Fuja destas opções que não trazem nutrição e faça as escolhas certas.

Mais sobre alimentação que nutre os órgãos você encontra em meu Programa Alimentar:

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